Café em queda: mercado registra recuo nas cotações nesta quinta-feira (26)

Por: Redação
26/03/2026 - 07:14:41

Arábica e robusta apresentam desvalorização, enquanto produtores acompanham oscilações em diferentes regiões do país

O mercado do café inicia esta quinta-feira (2603) em ritmo de ajuste, com recuo nas principais cotações tanto do arábica quanto do robusta. A movimentação reflete um cenário de cautela entre compradores e produtores, influenciado por fatores internos e externos que impactam diretamente a precificação da commodity.

Na cidade de São Paulo, principal referência para o mercado nacional, o café arábica apresenta queda e a saca de 60 quilos está sendo negociada a R$ 1.977,91. Já o café robusta também registra leve desvalorização de 0,18%, com a saca cotada a R$ 1.026,26, conforme dados do indicador Cepea/Esalq.

Além da capital paulista, outras importantes praças produtoras acompanham o movimento de ajuste nos preços. Em Minas Gerais, maior estado produtor de café arábica do país, as cotações giram em torno de R$ 1.950 a R$ 2.050 por saca, variando conforme a qualidade do grão e a região de comercialização, como o Sul de Minas e o Cerrado Mineiro.

No Espírito Santo, referência nacional na produção de café robusta (conilon), os preços permanecem próximos de R$ 1.000 a R$ 1.050 por saca, mantendo relativa estabilidade apesar da leve queda registrada no indicador oficial.

Já na Bahia, especialmente nas regiões do oeste e do Planalto, os valores do café arábica seguem alinhados ao mercado nacional, com negociações variando entre R$ 1.930 e R$ 2.000 por saca, dependendo da classificação e da logística de escoamento.

Especialistas apontam que o mercado segue atento às condições climáticas, ao ritmo da colheita e à demanda internacional, fatores que continuam exercendo forte influência sobre os preços. Além disso, a variação cambial e os estoques globais também entram na conta e ajudam a explicar as oscilações observadas nos últimos dias.

Mesmo com o recuo pontual, o café brasileiro segue valorizado em comparação com períodos anteriores, sustentado pela qualidade do produto e pela relevância do país no cenário global. Produtores, por sua vez, mantêm atenção redobrada às oportunidades de comercialização, buscando equilibrar custos e margens em um mercado cada vez mais dinâmico.

Fonte: Cepea/Esalq e Brasil 61

Redação NossaCara.com
23 anos • Seu Jornal Online


Nota da Redação: 

CONILON OU ROBUSTA: VOCÊ SABE A DIFERENÇA?

Esses dias conversando com um produtor, surgiu uma dúvida que muita gente também tem no campo…
“Conilon e robusta são cafés diferentes?”

A resposta é simples: não! 

Os dois são da mesma espécie: Coffea canephora
O que muda é mais o nome usado em cada lugar

No Brasil, principalmente no Espírito Santo e Bahia, a gente chama mais de conilon
Já no mercado internacional, o nome mais comum é robusta

Esse tipo de café é conhecido por:
✔ Maior resistência ao calor
✔ Boa produtividade
✔ Mais tolerância a pragas

Ou seja, seja conilon ou robusta… é o mesmo café forte que sustenta muita lavoura por aí!
E você, já sabia disso ou também achava que eram diferentes?

#Cafe #Conilon #Robusta #Agronegocio #CafeBrasil #ProdutorRural

 

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