
Ações da Polícia Civil resultam na captura de três investigados por crimes contra o patrimônio durante o Carnaval de Salvador
Um homem de 27 anos teve o mandado de prisão temporária cumprido na madrugada do dia 14 de fevereiro de 2026, no circuito Barra-Ondina, em Salvador, durante diligência realizada por equipes da Polícia Civil da Bahia. A medida judicial decorre de investigação que apura a atuação de associação criminosa especializada em furtos de aparelhos celulares em eventos de grande aglomeração.
A investigação foi conduzida pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), em conjunto com o Departamento de Inteligência Policial (DIP) e a Coordenação de Polícia Judiciária (COPJ). As apurações apontam que o investigado integra grupo estruturado que atua na subtração de celulares em meio à multidão, com posterior repasse a receptadores.
De acordo com os elementos reunidos no inquérito, o homem vinha sendo monitorado por equipes especializadas, sendo identificado como contumaz na prática de crimes contra o patrimônio, especialmente durante grandes eventos. Após a captura, ele foi apresentado à unidade policial e permanece à disposição da Justiça.
Prisões em flagrante
Ainda no contexto das ações operacionais no circuito, o Denarc realizou a prisão em flagrante de dois homens, de 50 e 21 anos, pela prática de furto e tentativa de furto de aparelhos celulares. A intervenção ocorreu durante diligências veladas previamente planejadas, com equipes descaracterizadas posicionadas estrategicamente ao longo do circuito.
Durante a observação tática, os policiais identificaram a atuação da dupla, que se aproximava das vítimas em meio à aglomeração com o objetivo de subtrair os aparelhos. No momento em que tentavam consumar o crime, houve intervenção imediata, resultando na prisão em flagrante.
Após consulta aos sistemas policiais, foi constatado que ambos possuem histórico criminal por roubos e furtos. Um dos autuados utilizava tornozeleira eletrônica no momento da prisão, em razão de processo por roubo. O outro já havia sido alvo da Operação Mobile, deflagrada pela COPJ em 2025, voltada à repressão de furtos e roubos de celulares.
Por: Pedro Moraes / Ascom PCBA